Acho que James Cameron caprichou demais nos efeitos especiais e na mensagem ecológica, mas esqueceu de investir no roteiro deste projeto. Que poderia, tranquilamente, ser um roteiro da Disney. O filme é realmente muito bem feito no aspecto visual, tem muita ação, mas a história chega a ser cansativa e não segura o resto do filme. A vontade, acredito, era de ser uma espécie de “Senhor dos Anéis”, mas não chegou lá.
“Cloudy with a chance of meatballs” – Phil Lord & Chris Miller (2009) janeiro 26, 2010
O filme é muito divertido. Agora acho que estão começando a entender que o design de personagens em filmes 3D pode ser tão caricato e abusar tanto dos recursos visuais para fazer as piadas quanto em qualquer outro estilo. A história é bem surreal, as piadas são muito boas. O nome em português, “Tá chovendo hamburguer”, ficou tão complicado quanto o nome em inglês. Talvez uma coisa para repensar, apesar de ser o nome original do livro em que o filme foi baseado.
“Zelig” – Woody Allen (1983) dezembro 4, 2009
Achei este filme fabuloso, uma das melhores idéias de Woody Allen. Leonard Zelig, como uma medida de segurança para ser aceito em qualquer grupo, consegue se transformar como um camaleão, de qualquer pessoa a que esteja próximo, inclusive mudando características físicas como cor da pele, engordar/emagrecer, etc. Ri muito, mas também parei para pensar numa das frases de Leonard. Quando a médica o hipnotiza e pergunta, porque ele começou a se transformar, ele responde: – Porque é seguro.
“Terminator Salvation” – McG (2009) novembro 16, 2009
Para mostrar efeitos especiais é um bom filme, mas como história tem muitas brechas e deixa muito a desejar em relação ao terceiro filme da saga. Acredito que o aspecto visual é muito parecido com Matrix e a distância entre um filme e outro é traçada pelos efeitos especiais datados e pobres do primeiro em relação às suas seqüências (um problema que as trilogias ou sagas deveriam tentar resolver…). Podemos dizer que a história é quase a mesma que “Matrix: Revolutions”. Ou seja, é uma fórmula de filme de ação dos anos 80, com roupagem anos 90. Não impressionou quase nada.
PS – Não entendo porque pularam daquele exterminador high-tech, que se solidificava em várias formas, para o anterior. Afinal, estávamos ou não no futuro?
“Coco avant Chanel” – Anne Fontaine (2009) novembro 16, 2009
Apesar do filme bem feito e da história bem contada, sem a histeria de “Piaf”, e de eu ter gostado muito de conhecer esta obscura personagem do mundo da moda, achei a interpretação de Audrey Tautou muito engessada. Mas nada que interfira severamente no filme, que é bem bonito. Ainda mais para as meninas que curtem fazer “craftagens” a seu modo e inaugurá-las pelo mundo.
Eventos Culturais – Novembro 09 novembro 16, 2009
17/11/09
Goethe Institut
Ciclo Pensamento Alemão no Século XX – Popper: as vicissitudes do racionalismo — Jézio Hernani Bonfim Gutierre — grátis – 19h
18/11/09
Galeria Eduardo Fernandes
Ana Amélia Genioli — Inventando Corpus — desenhos, fotografias e fronttage de grandes dimensões — de 04 a 18 de novembro — terça_sexta, 11_18h / sáb.11_15h — Galeria Eduardo H Fernandes – Rua Harmonia, 145 – Vila Madalena – 3812-3894
19/11/09
Sesc Vila Mariana
SEMPRE UM PAPO — ROSE MARIE MURARO, uma das mais importantes intelectuais brasileiras, conversa com o público e lança o livro “Avanços Tecnológicos e o Futuro da Humanidade: Querendo ser Deus?” – 20h
Espaço Ágora
Reconstruindo Ricardo – Texto: Shakespeare – Dir.: Celso Frateschi – 21h00
20/11/09
MIS
Workshop Projeto como Metodologia de Trabalho com ANTONI MUNTADAS – discutindo conceitos relacionados às fases de concepção e realização de um projeto artístico. 18 a 20 de novembro, 15-21h — Museu da Imagem e do Som (MIS) — Av. Europa 158 / 11-21174777 — Sala de Workshop LABMIS — Vagas 12 / R$60,00 (desc 50% estudantes)
21/11/09
Casa Triângulo
Camila Sposati – Nucleação – exposição_ 03/10/2009 a 21/11/2009
desenhos esculpidos ou descamados _ Terça a sábado, 11-19h
Felippe Segall – Arquitetura da Memória – exposição_ 03/10/2009 a 21/11/2009
série de fotos – lembranças – memória e identidade_ Terça a sábado, 11-19h
Escola São Paulo
O ARTISTA E A CIDADE . Relações entre práticas artísticas e o espaço urbano . Azeite de Leos, Amanda Mei, ALFonseca, CSKehl, D.Nogueira, F.Aliceda, FPião, HEtelvina, LAlves e Jfaing – Curadoria de Marcos Moraes
22/11/09
Instituto Tomie Ohtake
MOSTRA DE CARTAZES FRANCESES ”O espetáculo está nas ruas: cartazes franceses coleção Chaumont”. Curadoria de Christelle Kirchstetter e Rico Lins /// peças históricas, de artistas, ilustradores e caricaturistas do final do século 19 (Jules Chéret, Toulouse-Lautrec, Pierre Bonnard) + cartazes franceses contemporâneos (Alain Le Quernec, Grapus, Phillipe Apeloig, Pierre di Sciullo e Roman Cieslewicz) — terça a domingo, 11_22h. Av. Faria Lima, 201
Museu da Casa Brasileira
Exposição ALEJANDRO SARMIENTO DESIGNER – MCB (Museu da Casa Brasileira), 50 peças do designer argentino a partir da reutilização de descartes. de terça-feira a domingo, 10_18h. R$ 4,00, grátis domingos e feriados – Av. Faria Lima, 2705
Centro Cultural São Paulo
The Sign é uma exposição de design da região da Lombardia-Itália que teve iniciativa da Assessoria às Pequenas Empresas da Região da Lombardia e da Promos – Câmara de Comércio de Milão. De 10 a 22/11
24/11/09
Ateliê 347
REALIDADES IMPOSSÍVEIS —- 24 artistas de diferentes gerações apresentam obras em que a fotografia não é instrumento de mera captura da realidade. Sem a intenção de documentar um fato, ou capturar o “momento exato”, cada um à sua maneira constrói narrativas e universos aproveitando as possibilidades expressivas que o meio oferece — Ateliê 397 – Rua Wisard 397 – Vila Madalena – 55-11-3034-2132 – segunda_sexta, 14-19h
27/11/09
Galeria Berenice Arvani
ALBERTO TEIXEIRA — segunda_sexta_10-19h — Oscar Freire 540
29/11/09
SESC Pompéia
CONNEXIONS >< CONEXÕES _ produções gráficas contemporâneas brasileira e francesa
Centro Cultural São Paulo
POST-IT CITY – CIDADES OCASIONAIS - pesquisa de colaboração entre Centre d´Art Santa Monica de Barcelona e Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona — diferentes usos temporários do território urbano, da perspectiva da arquitetura ao urbanismo e às artes visuais. 70 casos de estudo, mapeados a partir do conceito de Post it City, que designa diferentes ocupações temporárias do espaço público, seja de caráter comercial, lúdico, sexual, ou de qualquer outra índole, tendo como característica não deixar rastro e autogerir aparições e desaparições. Terça a sexta, 10h_20h; sábadomingos e feriados 10h_18h
b_arco
ARTHUR BISPO DO ROSARIO, ARTE BRUTA E TEATRO – A construção do personagem e a reconstrução do mundo / Participantes: João Miguel – Ator + Maria Teresa Ramos Lamberte – Psicanalista — Ciclo de debates “A Arte no Delírio e o Delírio na Arte” — das 10 às 13h
“Alô Alô Terezinha” – Nelson Hoineff (2008) novembro 9, 2009
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Realmente, este documentário é e não é sobre Abelardo Barbosa. Ele é sobre todo mundo que já passou sobre aquele programa: cantores profissionais, chacretes, calouros, artistas. De um modo politicamente incorreto e muito engraçado, Detalhes excepcionais: O balão do Biafra e os depoimentos de Agnaldo Timóteo. Para quem gosta de cultura trash é imperdível.
“Die Welle” (“A Onda”) – Dennis Gansel (2008) novembro 9, 2009
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A história deste filme é excelente, e ele foi muito bem realizado. Um professor tenta mostrar na prática o que é uma autocracia e como ela funciona. E consegue fazê-lo de maneira assustadora, até conseguir que as coisas saiam do controle… e ele é quem quer estar no controle, mesmo que não queira.
“Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street” – Tim Burtom (2007) outubro 19, 2009
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Não sou muito afeita a musicais, mas este é o primeiro no gênero “musical-terror-gore” que eu assisti.
Acabei gostando mais do visual e da história, e nem prestando atenção no aspecto “musical”.
Em todo caso, o “terror fofinho” de Tim Burtom, a que estamos habituados, morre completamente nesta história.
Muito sangue, muita raiva e muita maldade. Só coisas bem pesadas.
“Inglorious Bastards” – Quentin Tarantino (2009) outubro 19, 2009
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É um mix de mitologia moderna e vingança contra os nazistas, realizada pelos judeus americanos. Mas eu acho que o Tarantino encaixou bem o lance das gangues, as doses de violência, e as sequências de ação. Exceto pela do bar que é desnecessariamente gigantesca.
O Coronel Landa foi meu personagem favorito de longe, pelo cinismo e pelo comportamento interesseiro. E, óbvio, Shoshanna.
(P.S.: Eu sempre disse que esse nome existia e ninguém acreditava em mim. Taí a prova.)


