Publicado por: janveneziani em: setembro 12, 2011
Ok. Eu tive a mesma sensação ruim de quando assisti o filme da Tank Girl. A gente consegue ver os zíperes nos figurinos, tipo as Noites do Terror no Playcenter. Os péssimos efeitos e doublés. E a qualidade da produção é tão ruim que o filme não serve nem para ser trash. Algumas cenas chegam a ofender olhos um pouco mais atentos, no melhor estilo – o que aconteceu aqui? E tinha história! Tanta cena engraçada que não conseguiu emplacar, tanta piada com zumbi que poderia ter sido mais bem aproveitada. Aliás, o Sam Huntington como Marcus roubou completamente a cena do Brandon Routh em termos de atuação… Para encurtar a conversa, a HQ era bem legal e merecia uma produção de filme mais cuidadosa. Esperamos por uma versão mais decente nas próximas décadas.
Publicado por: janveneziani em: setembro 12, 2011
A história é bem coerente. O roteiro bem feitinho. E a expressão dos macacos dá de 20 a 0 nos efeitos que Tim Burtom aplicou no seu remake de 2001. Tudo bem, efeitos mais avançados, outra tecnologia, mas… Outra coisa. Com exceção de algumas cenas de ação gratuíta o filme inteiro é super bem feito. A gente sai do cinema com a sensação de que o diretor manteve o legado e cumpriu o seu dever. Mas nada supera o clássico, é claro. E o Oscar de Melhor Ator vai para Cesar.
Publicado por: janveneziani em: julho 20, 2011
Lindas ilustrações de David Bray.
Publicado por: janveneziani em: julho 20, 2011
A maioria das fontes Hand Made que você conhece são caligrafias. Estas aqui tem vários tipos de texturas tridimensionais, dependendo do trabalho que você vai fazer vale mais a pena comprar um pacote do que ilustrar as fontes, e aqui tem algumas bem interessantes!
Publicado por: janveneziani em: julho 20, 2011
O maravilhoso trabalho de Matthew Cusick.
Publicado por: janveneziani em: julho 18, 2011
O mais legal do filme é a caracterização dos personagens em outras épocas, do começo ao fim. A história em si já é um prato cheio para um excelente roteiro de filme. Óbvio que está cheio de clichés de cinema, mas é preciso assistir umas 3 vezes para perceber. Muito boa a adaptação. E agora eu sou mais fã ainda do Magneto.
Publicado por: janveneziani em: julho 16, 2011
Eu não sou lá muito fã de comédias românticas, mas não tenho me decepcionado em nada com o cinema argentino e achei o ponto de vista desse filme bem legal. Tana e Tenso estão num relacionamento desgastado, principalmente, pelo temperamento terrível de Tana. Tenso procura uma forma de dizer que quer se separar e não consegue. A melhor forma, acredita, é arrumar um namorado para que sua esposa se apaixone por outro. E começa a trabalhar nisso. O interessante da história dos dois fica mais para o fim do filme, e as observações sobre relacionamentos são bem incisivas, o ponto aonde as coisas começam a desandar, e como contornar situações que mais parecem um beco sem saída, e nem sempre são. Para mim a melhor observação é a de que, quando nos casamos, casamos com os pontos bons e os ruins de cada pessoa, não existe a perfeição romantizada, e há diversas maneiras de lidar com isso. E tudo de um jeito bem engraçado, é claro.
Publicado por: janveneziani em: julho 11, 2011
Eu sou suspeita pra falar do Woody, né. Vou dizer que esse me lembrou muito “A Rosa Púrpura do Cairo”, no aspecto mais melancólico da coisa. Mas tem uns lances de visão romantizada da realidade que são super bem citados, tem um cuidado extra com a cidade onde ele foi filmado (quem já visitou sabe e os primeiros minutos do filme são justamente pra ninguém reclamar de não mostrar as suas belezas), e tem também o mesmo personagem em outra história, com outro nome e um formato mais elaborado. Saí flutuando do cinema.
E dessa vez vou postar o cartaz americano, porque achei lindo e o nacional era muito ruim, mesmo – nada com nada sobre a história. Enjoy.
Publicado por: janveneziani em: maio 11, 2011
Um rapaz que gosta de fazer escalada vai para o meio do mato e… fica preso numa fenda, com uma rocha prensando seu braço, sem condições de sair sozinho e sem ninguém por perto. Nenhuma esperança de resgate, nenhuma alma viva ao redor, kilômetros e kilômetros longe da civilização. Neste cenário estéril, o diretor ainda consegue explorar tudo o que se passa na nossa cabeça quando chegamos ao limite do risco de vida. Pra mim, esse filme fala principalmente de coragem.
E já aviso: cenas fortes, muita aflição, mas vale cada minuto!
Publicado por: janveneziani em: maio 10, 2011
Usando a teoria do Livro Tibetano dos Mortos, Gaspar Noé encaminha você a mais uma mega-trip de vida e morte, altos e baixos, como se fosse uma grande viagem lisérgica, sem moral, sem consequências. Só tenho 2 coisas a dizer sobre esse filme: que ele é visceral e que não dá para passar impune por uma sessão. Mais um clássico do diretor de “Irreversível”, que é tão assustador e visceral quanto.
who said?