Gostei muito dos trejeitos do panda, você consegue enxergar um sujeito gordo no corpo dele logo de cara, e também de como os animais usaram a calda e outras partes de seus corpos para aplicar golpes, os tigres são muito bonitos. Aliás, eu gostaria de ver os story-boards, me parece que a pesquisa visual muitas vezes é bem mais interessante do que o filme em si (pelo menos as que eu vi nos DVDs, eram muito ricas). E tem umas piadas boas, mais leves que a do Shrek.
“American Gangster” – Ridley Scott Junho 30, 2008
Bom, o Russel Crowe vai ser sempre o policial nervosinho. Mas é a primeira vez que vejo Denzel Washington de bandidão. E não é que ficou bem? Não deixou nada a desejar. A direção é muito boa. E o visual do filme, figurinos em geral, são muito bacanas. Também, com uma história bacana como esta, não fica difícil, não.
Uma observação: tem uma cena que me lembrou MUITO “Cidade de Deus”, mas espero que mais gente tenha a mesma impressão. Depois comentem aí e me digam.
“Envy” – Barry Levinson Junho 30, 2008
Esse me fez rir muito, principalmente pelo exagero cafona de quando Jack Black se torna um novo-rico de uma hora para a outra. As roupas e a casa são as coisas mais engraçadas que eu já vi na minha vida. A atuação dele nem vou comentar. Ben Styler faz o papel de neurótico-padrão que sempre lhe cabe, mas tem umas cenas muito boas também. As propagandas fictícias com platéia do “Vapoohrizer” também são hilárias
Se você conhece um novo rico, vai saber exatamente do que estou falando.
“Get Smart” – Peter Segal Junho 30, 2008
Se você não passava as tardes tediosas depois da escola assistindo televisão, eu passava. E adorava. E assistia Agente 86. Principalmente porque sempre detestei filmes no estilo 007, e por isso, ainda mais por isso, eu gostava de assistir. E também por isso fiz questão de assistir este filme, apesar de achar a Anne Hathaway tão nojentinha quanto a Katie Holmes. Bom, o filme tem tudo o que o anterior tinha, inclusive as patetices despretensiosas de Maxwell Smart. Eu gostei.
O fazer, o pensar e o design. Junho 18, 2008
Pois é, meses só falando em filmes, nada de postar nada sobre arte, e afins. Tudo isso tem um bom (?!?) motivo: o TCC da pós.
Eu ia desistir. Juro. Sinceramente, acho que profissionalmente estou no meu limite de conhecimento técnico. Opa: não sei tudo, não! Mas agora sei que como designer o que me interessa é o “fazer” design, e não o “falar sobre alguém fazendo” design. Em primeiro lugar, porque acredito que isso trava extremamente minha criatividade. Se você fica sempre criticando, criticando e criticando, não executa nada… produz pouco… e eu sou muito chata, ainda mais com o meu próprio trabalho. Sou a minha chata pessoal, heheh… Mas ainda sinto falta de algo.
Esse algo, é conteúdo. Filosófico, antropológico, teórico… Não técnico. Quero ler e estudar coisas que me façam pensar em design. Que gerem idéias, e não a sua execução. Meu lado cartesiano percebeu que o fazer e o pensar caminham sempre juntos, mesmo que o pensar esteja um pouco mais capenga.
“Idiocracy” – Mike Judge Junho 17, 2008
![]()
Não é nem de longe um filme cabeça, mas a idéia é bem engraçada.
Um cidadão americano de inteligência média foi congelado por 500 anos. Quando acordou, percebeu que o mundo foi dominado por… idiotas e white-trashs. Portanto, o seu Q.I. é o mais alto na história da humanidade. Até que ponto isto é bom? Só vendo o filme pra saber.
Também não gostei muito do final, acho que poderia ter um fechamento mais assustador ou divertido. Afinal, acho que muitas de suas teorias, assustadoramente, podem se tornar realidade. Vide George W. Bush.
“2 days in Paris” – Julie Delpy Junho 17, 2008
São raros os casos, mas este foi um, de filmes que eu assisti por 20 minutos e desisti.
Primeiro, porque achei a Julie muito, mas muito Woody-Wannabe, até nos óculos e nos diálogos.
Segundo, que achei a trama chata, comum, e irritante. Falem sério. Não sei quem era mais sem sal, a protagonista ou o seu namorado coadjuvante. Não ri por 20 minutos, e aí me toquei que era uma comédia – pode?
Em todo caso, assistam e me contem o que acharam. Eu não tive paciência.
“Sunshine” – Danny Boyle Junho 2, 2008
Eu costumo gostar dos filmes de Danny Boyle. Mas acho que a escolha destes atores foi bem infeliz, pois não consegui me envolver pela história nem me emocionar por nenhum deles, achei-os bem canastrões. O vilão nem chega a ser tão assustador, e tudo ocorre rápido demais.Mas o visual e a parte gráfica do filme são super-bonitos.
“Jay and Silent Bob Strike Back” – Kevin Smith Junho 2, 2008
Eu sou suspeita pra falar do Kevin Smith, adoro os filmes dele, mesmo sabendo que são bem verborrágicos e auto-referentes. Mas até aí, Woody Allen também é… Então estamos em casa. Este é quase um filme non-sense, tem muitas situações absurdamente divertidas, baixarias e tiração de sarro com os padrões de hollywood. Mas é um típico filme trash.
“Walk Hard” – Jake Kasdan Junho 2, 2008
Este filme conta a hilária história dos clichês de filmes biográficos de músicos americanos. Conta sobre todas as fases, e com certeza você vai identificar uma série deles. A referência principal é “Walk the Line”. Eu ri à beça, principalmente com os diálogos estereotipados. E Dewey Cox é o máximo do artista podre.


