In Pixels

Design e Arte por aí, traduzidos para RGB.

“Entre les Murs” (“Entre os muros da escola”) – Laurent Cantet (2008) Abril 22, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 2:28 am

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Como se forma uma pessoa?
Para mim esta é a questão básica do filme. Ele é ótimo para aqueles que não conseguem perceber que as questões pertinentes à natureza humana são mundiais. Como professora me identifiquei com uma série de experiências vividas nesta sala de aula, e também como aluna, que fui e ainda sou. Principalmente na discussão do papel da sociedade na formação do cidadão. Porque uma pessoa é formada de experiências, traumas, vivências… Os erros do professor, quanto a deixar se levar pela emoção, a atitude competitiva dos alunos, a omissão dos pais… É um fenômeno mundial. “Fazer” pessoas é a parte mais fácil – mas, pergunte a você mesmo: como se forma uma pessoa? Você é capaz de formar uma pessoa? E quem assume esta responsabilidade, até mesmo por falta de opção, senão o professor?

 

“Monsters vs Aliens” – Rob Letterman e Conrad Vernon (2009) Abril 22, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 2:11 am

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Fiquei um pouco em dúvida a respeito das piadas. Dentro do cinema as crianças se prendiam mais nas cenas de ação, mas para os adultos as piadas faziam mais sentido. Algumas tinham até referência aos anos 80!
Gostei muito das caricaturas dos políticos, formas bem definidas. Insetossauro é o mais engraçado. A Ginormica me parece exatamente o mesmo modelo corporal da Mulher-Elástica de uns 3 anos atrás… Mas essa pode ter sido uma escolha proposital de quem a modelou. O Alien tentou sair do tradicional, mas acho que não conseguiu muito.
Detalhe: trilha sonora contém “Planet Claire” do “The B 52’s”, uma das minhas músicas favoritas deles… E caiu muito bem! :-)

 

“Vals im Bashir” (“Valsa com Bashir”) – Ari Folman (2008) Abril 22, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 2:01 am

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O escritor e diretor Ari Folman encontrou uma forma original de mostrar sua experiência em relação a um massacre. Ele foi original não só no formato, como também no modo de contar a história, não se eximindo de também sentir culpa em relação ao que houve no Líbano. E mesmo usando o formato de animação, foi duro com o espectador, fazendo-o experimentar o desespero da experiência traumática e violenta, com imagens fortes. Super recomendado.