In Pixels

Design e Arte por aí, traduzidos para RGB.

“Public Enemies” – Michael Mann (2009) Setembro 22, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 12:27 am

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Bom…
As sequências de ação são ótimas, mas não sei por que Johny Depp não me convenceu muito como bandido desta vez. Tenho a impressão que se trocássemos o papel dele pelo de Christian Bale, daria mais certo. Afinal, nesse papel, só mesmo Al Pacino ou Robert De Niro pra convencer. Bom, pelo menos o bandido tem coração e chora, e você torce por ele no final das contas. Talvez ele tenha me convencido sim.
É que pra mim ele sempre vai ser o ator dos filmes bizarros. Mas acho que em Donnie Brasco ele foi um bandido mais convincente.

 

“District 9″ – Neill Blomkamp (2009) Setembro 22, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 12:16 am

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Esse filme me impressionou pelo formato e também pela condução. Efeitos especiais concisos em uma boa história. O engraçado é que não se trata de um diretor famoso, mas que atingiu uma qualidade muito alta no resultado. Adorei a trama e os monstros. Outro diferencial é o de não ter utilizado nenhum ator conhecido, dando atmosfera de filme trash, com qualidade de sci-fi de primeira.

 

“Antique” – Kyu-Dong Min (2008) Setembro 14, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 2:09 am

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Eu adorei as cores. Eu adorei os personagens caricatos. Eu adorei o lugar, é onde eu sentaria para comer um pedaço de bolo, com certeza. Ao mesmo tempo que parece um daqueles programas pop japoneses de reportagem, tem suspense e medos escondidos. Mas o que chama a atenção mesmo é o cuidado com cenários, figurinos, cores e personagens.

 

“Drag me to hell” – Sam Raimi (2009) Setembro 14, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 1:11 am

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“Evil Dead” foi uma referência fortíssima neste filme. Um misto de horror e comédia, só que bem mais “gore” do que o seu antecessor. Os sustos são fortes, Sylvya Ganush é simplesmente pavorosa, e a ironia toma conta do enredo. Recomendado para quem gosta do gênero.

 

‘Up” – Pete Docter e Bob Peterson (2009 Setembro 14, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 12:57 am

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A Pixar tem se revelado grande expert em fazer filmes de animação não só pela técnica mas também pelos roteiros. Apesar do início tétrico e depressivo, o desenho arranca muitas risadas, principalmente pelas demonstrações de solidariedade entre os personagens, apesar de suas diferenças extremas. Também neste caso em específico tem o lance de realizar um sonho de uma outra pessoa, que é justamente o oposto do que vemos hoje em dia. Acho que o foco dessa história é ser solidário. De técnica eu nem vou falar, o design dos personagens é muito, muito bacana.

 

“The Antichrist” – Lars Von Trier (2009) Setembro 6, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 10:19 pm

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Para mim, Lars Von Trier conseguiu encaixar perfeitamente seu estilo em um gênero cinematográfico. Ele nunca teve medo de utilizar imagens fortes, e isso resultou em um filme de terror como nenhum outro. Sexo, violência e dor expostos de uma forma ordenada e arrebatadora. Não espere ver nada do que você tenha visto no cinema de horror tradicional, e tenha estômago… Porque vai ser necessário.

 

Brincadeiras e Criatividade Setembro 3, 2009

Arquivado em: design — janveneziani @ 4:24 pm

No site do TED tem um vídeo bem legal, do palestrante Tim Brown, explicando porque é importante ser brincalhão e aberto às novidades para ser criativo.
O vídeo é um pouco longo, mas vale muito a pena, ainda mais para quem trabalha com isso.

 

“Two Lovers” – James Gray Setembro 3, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 12:54 am

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Este foi delicioso de assistir, apesar do tema pesado. Tem uma fotografia maravilhosamente suave, bom timing ao contar a história, Joaquin Phoenix atuando como nunca (e, infelizmente, nunca mais vai atuar…), um enredo forte apesar da história simples. Vale a pena assistir, até para quem está de coração partido.

 

“Brüno” – Larry Charles Setembro 3, 2009

Arquivado em: cinema — janveneziani @ 12:49 am

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Sacha Baron Cohen deve ser uma pessoa muito muito podre, pra ter feito esse filme. Tudo bem, eu dei muitas risadas, vi a versão sem cortes, mas… Achei tão pesado! Mais do que Borat. Tanto nas piadas quanto na falta de noção de algumas cenas. Humor “Jack Ass” também enjoa. Eu passei a considerá-lo o Lars Von Trier da comédia.