Para mostrar efeitos especiais é um bom filme, mas como história tem muitas brechas e deixa muito a desejar em relação ao terceiro filme da saga. Acredito que o aspecto visual é muito parecido com Matrix e a distância entre um filme e outro é traçada pelos efeitos especiais datados e pobres do primeiro em relação às suas seqüências (um problema que as trilogias ou sagas deveriam tentar resolver…). Podemos dizer que a história é quase a mesma que “Matrix: Revolutions”. Ou seja, é uma fórmula de filme de ação dos anos 80, com roupagem anos 90. Não impressionou quase nada.
PS – Não entendo porque pularam daquele exterminador high-tech, que se solidificava em várias formas, para o anterior. Afinal, estávamos ou não no futuro?
“Terminator Salvation” – McG (2009) Novembro 16, 2009
“Coco avant Chanel” – Anne Fontaine (2009) Novembro 16, 2009
Apesar do filme bem feito e da história bem contada, sem a histeria de “Piaf”, e de eu ter gostado muito de conhecer esta obscura personagem do mundo da moda, achei a interpretação de Audrey Tautou muito engessada. Mas nada que interfira severamente no filme, que é bem bonito. Ainda mais para as meninas que curtem fazer “craftagens” a seu modo e inaugurá-las pelo mundo.
“Alô Alô Terezinha” – Nelson Hoineff (2008) Novembro 9, 2009
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Realmente, este documentário é e não é sobre Abelardo Barbosa. Ele é sobre todo mundo que já passou sobre aquele programa: cantores profissionais, chacretes, calouros, artistas. De um modo politicamente incorreto e muito engraçado, Detalhes excepcionais: O balão do Biafra e os depoimentos de Agnaldo Timóteo. Para quem gosta de cultura trash é imperdível.
“Die Welle” (“A Onda”) – Dennis Gansel (2008) Novembro 9, 2009
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A história deste filme é excelente, e ele foi muito bem realizado. Um professor tenta mostrar na prática o que é uma autocracia e como ela funciona. E consegue fazê-lo de maneira assustadora, até conseguir que as coisas saiam do controle… e ele é quem quer estar no controle, mesmo que não queira.
“Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street” – Tim Burtom (2007) Outubro 19, 2009
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Não sou muito afeita a musicais, mas este é o primeiro no gênero “musical-terror-gore” que eu assisti.
Acabei gostando mais do visual e da história, e nem prestando atenção no aspecto “musical”.
Em todo caso, o “terror fofinho” de Tim Burtom, a que estamos habituados, morre completamente nesta história.
Muito sangue, muita raiva e muita maldade. Só coisas bem pesadas.
“Inglorious Bastards” – Quentin Tarantino (2009) Outubro 19, 2009
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É um mix de mitologia moderna e vingança contra os nazistas, realizada pelos judeus americanos. Mas eu acho que o Tarantino encaixou bem o lance das gangues, as doses de violência, e as sequências de ação. Exceto pela do bar que é desnecessariamente gigantesca.
O Coronel Landa foi meu personagem favorito de longe, pelo cinismo e pelo comportamento interesseiro. E, óbvio, Shoshanna.
(P.S.: Eu sempre disse que esse nome existia e ninguém acreditava em mim. Taí a prova.)
“Public Enemies” – Michael Mann (2009) Setembro 22, 2009
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Bom…
As sequências de ação são ótimas, mas não sei por que Johny Depp não me convenceu muito como bandido desta vez. Tenho a impressão que se trocássemos o papel dele pelo de Christian Bale, daria mais certo. Afinal, nesse papel, só mesmo Al Pacino ou Robert De Niro pra convencer. Bom, pelo menos o bandido tem coração e chora, e você torce por ele no final das contas. Talvez ele tenha me convencido sim.
É que pra mim ele sempre vai ser o ator dos filmes bizarros. Mas acho que em Donnie Brasco ele foi um bandido mais convincente.
“District 9″ – Neill Blomkamp (2009) Setembro 22, 2009
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Esse filme me impressionou pelo formato e também pela condução. Efeitos especiais concisos em uma boa história. O engraçado é que não se trata de um diretor famoso, mas que atingiu uma qualidade muito alta no resultado. Adorei a trama e os monstros. Outro diferencial é o de não ter utilizado nenhum ator conhecido, dando atmosfera de filme trash, com qualidade de sci-fi de primeira.
“Antique” – Kyu-Dong Min (2008) Setembro 14, 2009
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Eu adorei as cores. Eu adorei os personagens caricatos. Eu adorei o lugar, é onde eu sentaria para comer um pedaço de bolo, com certeza. Ao mesmo tempo que parece um daqueles programas pop japoneses de reportagem, tem suspense e medos escondidos. Mas o que chama a atenção mesmo é o cuidado com cenários, figurinos, cores e personagens.
“Drag me to hell” – Sam Raimi (2009) Setembro 14, 2009
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“Evil Dead” foi uma referência fortíssima neste filme. Um misto de horror e comédia, só que bem mais “gore” do que o seu antecessor. Os sustos são fortes, Sylvya Ganush é simplesmente pavorosa, e a ironia toma conta do enredo. Recomendado para quem gosta do gênero.


