No site do TED tem um vídeo bem legal, do palestrante Tim Brown, explicando porque é importante ser brincalhão e aberto às novidades para ser criativo.
O vídeo é um pouco longo, mas vale muito a pena, ainda mais para quem trabalha com isso.
Brincadeiras e Criatividade Setembro 3, 2009
Quatro portifólios bacanas: Agosto 24, 2009
1 – Este é do diretor de arte Jay Fletcher, que manda bem tanto na ilustração quanto no design.
2 – Este é o Molho do diretor de arte brasileiro, Marcelo Altino Garcia.
3 – Este de Douglas Alves, diretor de arte brasileiro que vive em Los Angeles.
4 – As lindas ilustrações infantis de Dani Jones.
Hello, I’m the iQ font! Agosto 18, 2009
Uma fonte desenhada por uma trajetória de carro. Totalmente inusitado!
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Veja o projeto completo aqui.
The Kids Republic Março 3, 2009
Pesquisando na internet, achei um ponto turístico quase obrigatório: uma livraria para crianças em Beijing, chamada “The Kids Republic”.
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Um deleite para nós adultos, também. Saiba mais sobre a livraria aqui.
Feliz Dia do Designer (atrasado mas ainda vale…) Novembro 6, 2008
Recebi do Eurípedes via e-mail. E adorei.
Design Líquido (ou quase) Agosto 28, 2008
Estava lendo “Modernidade Líquida”, de Zigmunt Baumman e comecei a pensar sobre esse assunto. Seriamente.
Em cada empresa que trabalho, sinto cada vez mais que o design é tratado como um “enfeitador” de produtos, instantaneamente consumidos e descartados. Conseqüência da pós-modernidade. Já que o ser humano, seus valores, se tornaram líquidos e maleáveis, assim como seu lugar no mundo e sua existência, o design segue o mesmo fluxo.
Por isso usamos tantos livros de referências: porque não temos nenhuma própria. Vamos copiando idéias de acordo com o público que gostaríamos de atingir. E se partimos para o autoral, fazemos o caminho contrário. É inevitável. Por essa maleabilidade e fluidez, que o dono do negócio bate o pé e quer falar mais alto. Se não temos consistência para argumentar quando algo funciona ou não, acabamos fazendo o que o dono quer, mesmo quando estamos em missões suicidas.
A pergunta é: para onde isso vai?
Para mim, como designer, parece que agora só a arte, a sua especialidade, sua busca e a necessidade latente de expressão individual, não referenciado no que já existe para gerar produtos, mas sim nos preceitos básicos das necessidades do ser humano (inclusive a de prazer estético), tem algum fundamento.
O Wolner é um chato, mas eu entendo plenamente quando ele diz que isto ou aquilo “não é design”. Pra ele não é mesmo. Estamos em outro mundo.
Fora, que, agora lendo teorias sobre usabilidade, percebo que ao invés de enriquecer o vocabulário visual das pessoas com design, corremos na direção contrária, colocando cada vez menos informação sem fazer com que o receptor pense. Complicado, né?
Mais textos em alguns dias, aguardem.
Mantenha a calma! Julho 30, 2008
Cores suaves, estudos bonitos e limpos de tipografia. Keep Calm Gallery vale uma visita.
Arte com Skate Julho 4, 2008
O Skate Study House traz peças bacanas e inusitadas feitas com pedaços e partes de skate.
Adivinhem só como vai ser a decoração da minha casa?
O fazer, o pensar e o design. Junho 18, 2008
Pois é, meses só falando em filmes, nada de postar nada sobre arte, e afins. Tudo isso tem um bom (?!?) motivo: o TCC da pós.
Eu ia desistir. Juro. Sinceramente, acho que profissionalmente estou no meu limite de conhecimento técnico. Opa: não sei tudo, não! Mas agora sei que como designer o que me interessa é o “fazer” design, e não o “falar sobre alguém fazendo” design. Em primeiro lugar, porque acredito que isso trava extremamente minha criatividade. Se você fica sempre criticando, criticando e criticando, não executa nada… produz pouco… e eu sou muito chata, ainda mais com o meu próprio trabalho. Sou a minha chata pessoal, heheh… Mas ainda sinto falta de algo.
Esse algo, é conteúdo. Filosófico, antropológico, teórico… Não técnico. Quero ler e estudar coisas que me façam pensar em design. Que gerem idéias, e não a sua execução. Meu lado cartesiano percebeu que o fazer e o pensar caminham sempre juntos, mesmo que o pensar esteja um pouco mais capenga.


