“La fault à Fidel” – Julie Gravas Setembro 16, 2008
Anna é uma princesinha, praticamente aristocrata, e muito feliz com sua educação católica. Em meio a um turbilhão de acontecimentos na década de 70, seus pais se engajam em causas comunistas, e ela se apavora em meio à mudanças drásticas em sua rotina e seu modo de vida. É super-divertido acompanhar suas conclusões e conflitos, ainda mais quando ela se acha mais adulta e responsável que seus próprios pais, seduzidos pelos malditos comunistas e seu mandande, Fidel Castro.
“The Island” – Michael Bay Agosto 21, 2008
(Admito, filme velho, mas só vi agora e quero comentar…)
Direção de arte excelente, bons atores, mas… O que houve?
Até a metade do filme, as coisas fazem algum sentido. Depois, as cenas de ação substituem toda e qualquer possibilidade da história terminar de um jeito decente. Muita pirotecnia sem sentido. Em compensação, o design das roupas, e o visual (apesar do excesso de merchandising descarado) é fantástico.
“Wall-E” – Andrew Stanton Julho 10, 2008
Este dividiu opiniões. Alguns dos meus amigos adultos acharam muito triste e caótico, mas as crianças no geral parecem ter gostado bastante. Enfim, acho que serviu a dois propósitos, divertido para as crianças e um puxãozinho de orelha nos adultos. Acho que é entretenimento, sim, mas aperta bastante no lance da conscientização. E eu acho muito justo, afinal sempre defendi que a arte para as massas pode ter qualidade, não precisa ser necessariamente alienada ou alienante. E acho que este filme é um bom exemplo disso.
“Sunshine” – Danny Boyle Junho 2, 2008
Eu costumo gostar dos filmes de Danny Boyle. Mas acho que a escolha destes atores foi bem infeliz, pois não consegui me envolver pela história nem me emocionar por nenhum deles, achei-os bem canastrões. O vilão nem chega a ser tão assustador, e tudo ocorre rápido demais.Mas o visual e a parte gráfica do filme são super-bonitos.
“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” – Steven Spielberg Maio 26, 2008
Admito, esse foi pelos velhos tempos. Não vou dizer que não gostei nem nada, achei no nível dos outros filmes da série, mas acho que Spielberg podia não ter enfiado o dedo no roteiro… Afinal, ele acha que a receita de bolo dele tem sempre que ter determinados elementos que vão se repetindo. Por exemplo: ETs em A.I, ETs. em Minority Report, e aqui, ETs de novo. Será que eles são a resposta para todos os roteiros? Enfim, é entretenimento, estilo anos 80.
O personagem é mais forte que o roteiro, com certeza. Culpa do Harrison Ford. Que está em plena forma e é insubstituível.


